Simples Nacional: NFS-e nacional será obrigatória em novembro para ME e EPP prestadoras de serviços A rotina fiscal das microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional vai passar por uma mudança importante em 2026. A partir de 1º de novembro, empresas prestadoras de serviços sujeitas à emissão de Nota Fiscal de Serviços […]
A fiscalização tributária no campo entrou em uma nova fase. O produtor rural que antes se preocupava apenas em guardar documentos, emitir notas fiscais corretamente e declarar suas receitas agora precisa olhar para outro ponto essencial: a coerência entre os dados fiscais, ambientais e territoriais da propriedade. Com o avanço da tecnologia, a Receita Federal […]
A Reforma Tributária está entrando em uma fase decisiva para as micro e pequenas empresas. A partir de 1º de setembro de 2026, empresas optantes pelo Simples Nacional terão uma nova responsabilidade estratégica: decidir como irão recolher os novos tributos da Reforma Tributária, o IBS — Imposto sobre Bens e Serviços — e a CBS […]
A Reforma Tributária entrou em uma nova fase prática para as empresas brasileiras. Desde 3 de agosto de 2026, parte dos contribuintes passa a emitir documentos fiscais eletrônicos com os novos campos destinados à CBS — Contribuição sobre Bens e Serviços — e ao IBS — Imposto sobre Bens e Serviços. Essa etapa marca um […]
A rotina fiscal das empresas prestadoras de serviços está prestes a mudar de forma significativa. A partir de 1º de setembro de 2026, microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional deverão emitir a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica, NFS-e, por meio do Emissor Nacional, plataforma unificada do Governo Federal.
Na prática, essa mudança representa muito mais do que trocar o sistema usado para emitir nota fiscal. Ela faz parte de um movimento maior de padronização, integração de dados e preparação das empresas para os impactos da Reforma Tributária.
A Reforma Tributária já deixou de ser apenas uma discussão jurídica, política ou contábil. Ela começou a entrar, silenciosamente, na rotina operacional das empresas brasileiras.
E esse talvez seja o ponto mais perigoso: muitas empresas ainda estão olhando para a CBS e o IBS como algo distante, ligado apenas à cobrança efetiva dos novos tributos em 2027. Mas a verdade é que os efeitos práticos da regulamentação já começam antes disso.
Perder o prazo da declaração do Imposto de Renda 2026 não significa que a situação está perdida, mas exige atenção imediata. O contribuinte que era obrigado a declarar e não enviou o documento dentro do período oficial ainda pode regularizar a pendência, porém passa a estar sujeito à multa por atraso e a possíveis restrições cadastrais junto à Receita Federal.
O prazo oficial do IRPF 2026 terminou em 29 de maio de 2026, e, mesmo após essa data, a declaração continua disponível para envio pelos canais da Receita Federal, como o Programa Gerador da Declaração, a plataforma Meu Imposto de Renda e o aplicativo oficial. Após a transmissão em atraso, o próprio sistema gera automaticamente a guia para pagamento da multa.
A Reforma Tributária do consumo está deixando de ser apenas um tema de planejamento futuro e passando a fazer parte da rotina operacional das empresas brasileiras. A partir de 1º de agosto de 2026, os documentos fiscais eletrônicos deverão trazer informações relacionadas ao IBS — Imposto sobre Bens e Serviços — e à CBS — Contribuição sobre Bens e Serviços.
Na prática, isso significa que empresas, escritórios contábeis, fornecedores de sistemas, ERPs e emissores de notas fiscais terão até 31 de julho de 2026 para concluir os ajustes necessários. A exigência faz parte da fase inicial de implementação da Reforma Tributária e foi regulamentada pelo Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1/2025, editado pela Receita Federal em conjunto com o Comitê Gestor do IBS.
A Reforma Tributária deixou de ser um assunto distante, técnico e restrito aos debates legislativos. Ela já começou a impactar a rotina das empresas, dos escritórios contábeis e dos profissionais que atuam com gestão fiscal, financeira e tributária.
A Reforma Tributária do consumo entrou em uma nova fase de atenção para empresas, contadores e gestores fiscais. Com a publicação dos regulamentos da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), começou a contagem do prazo para aplicação de penalidades relacionadas às novas obrigações acessórias do sistema tributário brasileiro.
Uma prática comum em muitas empresas — especialmente familiares — está no radar da fiscalização e pode gerar consequências severas: o pagamento de despesas pessoais de sócios registrado como distribuição de lucros.
Um julgamento recente do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF) acendeu o alerta para contadores, empresários e gestores de todo o país.
Uma novidade importante promete facilitar a vida dos contribuintes brasileiros: o uso do Pix com CPF como chave para restituição do Imposto de Renda está ganhando ainda mais destaque em 2026.
Além de tornar o processo mais rápido, a medida também abre caminho para um novo benefício: o cashback da restituição.

